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Coletores de Pilhas

17 mar

Por falar em medicamentos, a Drogaria São Paulo está distribuindo coletores de pilhas como esses:

Você leva para casa e, depois de cheio, entrega em qualquer unidade  e eles enviam para a reciclagem. A rede coleta esse tipo de material desde 2004  e afirma já ter recolhido mais de 100 toneladas de pilhas e baterias usadas. Pilhas e baterias são compostas por elementos químicos e metais altamente tóxicos que, se descartados em local não apropriado, podem contaminar o solo e a água, causando sérios danos à saúde e ao ambiente.

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Como descartar medicamentos?

17 mar

Quando  terminamos um tratamento ou quando os remédios que guardamos em casa perdem a validade, vem a dúvida: o que fazer? Por falta de informação, a maioria absoulta de nós, acaba descartando no lixo comum ou joga no vaso sanitário. Pois saibam que as duas alternativas estão erradas, pois a química contida nos medicamentos, polui solo e água e pode causar acidentes no caso de ingestão por animais.

Desde novembro de 2010 o Grupo Pão de Açucar fez uma parceria com a Eurofarma Laboratórios para coletar esse tipo de material, dando a eles a destinação apropriada. A iniciativa já recolheu cerca de 350 quilos de resíduos perigosos.  Não existe no Brasil uma lei que regulamente o descarte de medicamentos. O Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama) estabelece normas apenas para o lixo hospitalar, mas não faz nenhum tipo de regulamentação sobre como proceder com os resíduos residenciais. Por isso, iniciativas como esta são de grande importância para a conscientização da população, carente de informação,  e também um exemplo para fabricantes que, na minha opinião, deveriam ser responsáveis pelos seus produtos.

Saiba onde descartar:

Pão de Açúcar

  • Jabaquara:  Av.Engo.Armando Arruda Pereira, 2.022
  • Real Parque:  Av. Major Sylvio de Magalhães Padilha, 13000

Extra

  • Itaim:   Av. João Cachoeira, 899
  • João Dias:   Av.Guido Caloi, 25
  • Penha:   Av. São Miguel, 962/1006

 

Como descartar medicamentos e embalagens de produtos farmacêuticos:

• Todos os medicamentos devem ser descartados em sua embalagem original, por exemplo: cartela de comprimidos, vidro de xarope, bisnaga com pomadas e cremes etc; tomando o cuidado de deixar as embalagens sempre fechadas. Não é necessário destacar os comprimidos.

• Seringas e agulhas também podem ser descartadas. O ideal é a utilização de um recipiente rígido para armazenagem como, por exemplo, latas de achocolatados, eliminando o risco de acidentes.

• Caixas de medicamentos e bulas (papel) devem ser entregues nas Estações de Reciclagem, uma vez que as mesmas não tiveram contato direto com o medicamento.

Autalizando: A Droga Raia tambem está com um programa de coleta de medicamentos. Clique aqui e saiba mais.

Quarta-feira de Cinzas

9 mar

O Oscar não “rolou, mas sou muito fã, então aproveito a quarta-feira de cinzas para relembrar uma obra de Vik Muniz.

Dica

18 jan

A Vejinha dessa semana está sensacional! Não deixem de ler! Para quem mora fora de São Paulo, aqui vai o link

 

 

 

Para Descansar em Paz

3 nov

Nosso modo de vida é responsável por grandes impactos no meio ambiente, e a morte também. Você já parou para pensar que a maneira como é realizado um funeral também gera consequências para a natureza?

Segundo dados publicados pela Revista Super Interessante em 2008, só na Índia, 50 milhões de árvores são cortadas, anualmente, para alimentar a queima de cadáveres, emitindo 8 milhões de toneladas de carbono. No Reino Unido, 16% das emissões de mercúrio são provenientes da queima das obturações dentárias em crematórios. Nos EUA,  1,6 milhões de toneladas de concreto são utilizadas todos os anos, para a construção de túmulos.

Na China, é proibido enterrar corpos inteiros desde 1991, os motivos? Falta de espaço nos cemitérios, poluição e  desmatamento provocados pela produção de caixões de madeira. Pensando nisso, uma empresa espanhola criou urnas funerárias biodegradáveis fabricadas com areia e proteínas naturais. Suas vantagens:  não ocupam espaço, não poluem e não é necessário cortar árvores para fabricá-las. O  tempo médio de desintegração é de seis a nove meses e o preço varia entre 200 e 500 iuanes (US$ 29 e US$ 74)

Defendida por alguns, condenada por outros,  a cremação emite óxidos de nitrogênio, monóxido de carbono, enxofre e outros metais pesados. Também pode haver liberação de substâncias tóxicas provenientes de embalsamento. Uma alternativa  considerada  “ambientalmente  mais correta”  para lidar com a morte, é a ressomação. Em vez de queimar, o corpo é liquefeito por meio de uma hidrólise alcalina, que reproduz a decomposição natural – de maneira bem mais rápida. O resultado é um líquido rico em aminoácidos, peptídeos e fosfato de cálcio que, após filtrado, pode ser devolvido como água pura para o solo. (Eu é que não bebo essa água!) O processo consome 1/6 da energia e emite menos carbono do que a cremação.

 

O esquema publicado pela revista Galileu explica melhor o método:

De todas a sugestões para enterros mais sustentáveis que vi, a que mais gostei foi a de plantar uma árvore ou um arbusto sobre o local onde o corpo foi enterrado, em vez de túmulos de concreto. Fica registrado  aqui o meu último desejo, para poder descansar em paz,  mas que demore bastante para acontecer!